Cola com NÓS!

O NÓS é um movimento que pretende renovar o legislativo brasileiro com candidaturas que tenham um programa de enfrentamento às desigualdades e uma agenda voltada para práticas políticas radicalmente democráticas e totalmente transparentes.

NÓS acreditamos na política, que é possível fazer política de um jeito diferente e queremos cada vez mais gente com esse sentimento.

LIDERANÇAS DO NÓS

Anjuli Tostes

DF. Brasiliense, mora em São Sebastião, periferia do DF, onde atua na Olaria Cultural, centro de Direitos Humanos e cultura. Advogada popular, auditora da Controladoria-Geral da União (CGU). Integra a Intersindical, as Brigadas Populares e faz parte do operativo da Frente Povo Sem Medo no DF.

Bruno Ramos

SP. Foi Vice-Presidente da Liga do Funk – projeto social da zona leste de São Paulo que prepara jovens para trabalharem na crescente indústria do funk – e Conselheiro do Conselho Nacional da Juventude (CONJUVE).

Carina Vitral

SP. Estudante de Economia da PUC-SP e Presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE) de 2015 a 2017. Está à frente da União da Juventude Socialista (UJS).

Dani Braz

PR. Ativa no movimento feminista e no Coletivo As Benditas. Constrói coletivamente o espaço cultural Casanóz, que articula artistas de Cascavel e região. Em 2016 foi candidata a vereadora, atingindo 1.895 votos, sendo a mulher mais votada e a 11ª mais votada da cidade. Em 2017, foi eleita presidenta do Diretório Municipal do PT em Cascavel, a única mulher nesse espaço nos últimos 20 anos.

Dani Monteiro

RJ. Jovem negra, feminista, é estudante cotista da UERJ. É militante do debate de direito à cidade, constrói o setorial de favelas do PSOL RJ, o Movimento Negro Unificado (MNU) e o Movimento RUA Juventude Anticapitalista. Participou da campanha em 2016 e foi assessora no mandato de Marielle Franco. Carioca, filha de pais negros e avós nordestinos migrados para as favelas do Rio, viveu até os 12 anos no Zinco, no morro do São Carlos. Também foi professora em pré-vestibulares populares.

Daniel Cara

SP. Doutorando em Educação (USP) e mestre em Ciência Política (USP). É coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e membro do Fórum Nacional de Educação (licenciado).

Eugênia Lima

PE. Nascida em Olinda, envolvida com a cultura desde os primeiros anos de vida. Em 2005 fundou um dos maiores grupos percussivos da cidade, formado só por mulheres que objetivavam a ressignificação da participação feminina na Cultura Popular e na Percussão. Entre os anos de 2004 a 2008, atuou como coordenadora de Políticas Públicas de Juventude do município de Olinda.

Eutália Barbosa

TO. Assistente Social, militante da Democracia Socialista e da Marcha Mundial das Mulheres. Participa da secretaria operativa da Frente Brasil Popular.

SAIBA MAIS 

Macaé Evaristo

MG. Graduada em Serviço Social e mestre em Educação. Professora da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte desde 1984, onde atuou na coordenação e direção de escola pública. Atuou como Gerente de Coordenação da Política Pedagógica, Secretária Adjunta e Secretária Municipal de Educação, no período de 2004 a 2012. Foi professora do Curso de Magistério Intercultural Indígena e coordenou o Programa de Implantação de Escolas Indígenas de Minas Gerais no período de 1997 a 2003. Secretária de Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação ( 2013-2014). De janeiro de 2015 a janeiro de 2018 foi Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais.

Marquito

SC. Ativista no Campo da agroecologia, agricultura urbana, gestão de resíduos, segurança alimentar e direitos humanos! Foi coordenador da ONG CEPAGRO por 10 anos, presidente do Conselho estadual de segurança alimentar e nutricional por 4 anos. Segundo vereador mais votado em 2016, em Florianópolis, o que menos gastou em campanha e constrói um mandato popular ocupado por diferentes e organizações de sociedade Civil

Marivaldo Pereira

DF. Foi Diretor do Departamento de Política Judiciária da Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Chefe de Gabinete da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, onde também foi Subchefe Adjunto. Foi Secretário de Reforma do Judiciário, de Assuntos Legislativos e Executivo do Ministério da Justiça.

Max Maciel

DF. Morador Ceilândia, 35 anos. Empreendedor social, pedagogo e especialista em Gestão de Políticas Públicas em gênero e raça pela UNB. Iniciou a militância em 1999 no movimento estudantil, lutando pelo passe livre e a meia entrada no DF. Em 2001, participou da elaboração do Plano Nacional da Juventude onde fez parte da 1ª Conferência e Conselho Nacional da Juventude. Atua na Rede Urbana de Ações Socioculturais – RUAS.

Paola Loureiro

RS. Assistente Social, especialista em Gestão de Políticas Públicas. Sua trajetória sempre foi ligada à luta das Políticas Públicas, especialmente Assistência Social e Saúde. Coordenou o Programa Estadual de Erradicação da Extrema Pobreza do Rio Grande do Sul, que atendeu 75 mil famílias no Governo Tarso Genro.

Raphael Sebba

DF. Raphael Sebba é produtor cultural, sociólogo, vegetariano e ativista do direito à cidade, da inovação e sustentabilidade

Renata Perón

SP. Mulher, trans, atriz, cantora ,ativista dos direitos humanos.

Sylvia Siqueira

PE. Está na Presidência da ONG Mirim Brasil e do IFM•SEI (Movimento Internacional de Educação Socialista). Em Pernambuco, foi eleita para o segundo mandato como Conselheira de Direitos Humanos e também compõe o Fórum Popular de Segurança Pública. Foi convidada como especialista para a formulação do primeiro Plano Municipal de Juventude do Recife. No âmbito nacional, está no Conselho Diretor da ABONG e também no Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030. Filiada ao PT, também constrói a PartidA com muitas outras mulheres aguerridas.

Tamara Naiz

DF. Nasci na periferia do Distrito Federal, comecei a militar aos 16 anos. Foi diretora da UNE, diretora de juventude do Centro Popular da Mulher de Goiás. Atualmente voltou ao DF e preside ANPG – Associação Nacional de Pós-graduandos, onde, na minha gestão conquistamos medidas afirmativas na pós-graduação das universidades federais e o direito de licença maternidade garantido em lei para as mulheres pós-graduandas.

Tulio Gadelha

PE. Foi eleito e reeleito diretor da União dos Estudantes de Pernambuco. Em 2012, fez parte da coordenação do movimento #NãoReeleja no Recife em crítica ao mandato e às práticas dos legisladores municipais. Assumiu a secretaria executiva e, posteriormente, a secretaria geral do PDT em Pernambuco. Posteriormente, foi eleito membro do Diretório Nacional do PDT. Em 2015, à convite do Ministro do Trabalho, assumiu a Direção da Fundação de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO no Nordeste.

Quem Somos

Trabalhamos na construção coletiva de um conjunto de princípios necessários à reestruturação das práticas políticas no nosso país, à defesa de liberdades individuais e ao combate às desigualdades de todos os tipos.

É preciso repensar o fazer político e criar um diálogo intergeracional que rompa barreiras e seja capaz de gerar engajamentos voluntários, resignificando a política na vida das pessoas.

Vamos unir a potência das ruas e das redes na criação de grupos de colaboração para as candidatas e os candidatos que se juntarem a Nós. Vamos democratizar a campanha e hackear a política.

O que Nós fazemos?

Precisamos recuperar o sentido da representação como expressão de desejos coletivos, combatendo aqueles se sustentam no poder em defesa de interesses próprios ou de seus financiadores.

Apesar das mudanças na lei eleitoral e da proibição de doação de empresas para campanhas, o atual sistema continua privilegiando o financiamento de ricos e empresários e exclui a grande maioria do povo brasileiro, que não consegue garantir uma representação legítima de seus interesses.

Hoje, a representação política institucional brasileira é composta em sua maioria por homens brancos, heterossexuais e ricos. NÓS escolheremos candidaturas que subvertam essa realidade, com pessoas das classes populares, mulheres, negras/os, LGBTs e de povos e comunidades tradicionais.

Mas, como mudar essa lógica? Juntando pessoas com causas e desejos comuns, favorecendo uma participação voluntária que substitua dinheiro por engajamento e ação política coletiva. Assim, NÓS aproximaremos candidatas/os de parceiras/os dispostas/os a dedicar uma parte de seu tempo para construir campanhas coletivas.

Esperamos contribuir com a comunicação, assessoria jurídica, construção de programa e tecnologias livres para essas candidaturas!

Princípios do Nós

Igualdade e bem-viver

Enfrentamento ao sofrimento vivido pelos 99% da população e combate aos privilégios do 1% nas suas diversas manifestações. Adoção dos princípios do bem-viver como estratégia de superação dos modelos de produção que exploram tanto a natureza quanto as pessoas – sejam eles capitalistas, neoliberais ou neo-desenvolvimentistas.

Construção Coletiva

A busca do comum. Não há saídas individuais: soluções para problemas coletivos são sempre coletivas.

Responsabilidade Histórica

Nossos passos vêm de longe. Conhecer e defender a luta dos trabalhadores e das populações historicamente excluídas, além da importância simbólica da narrativa histórica são deveres inegociáveis.

Anti-fascismo

Os diferentes segmentos da esquerda, de anarquistas a social-democratas, devem deixar de lado suas diferenças quando enfrentam o inimigo comum, que é o fascismo – tanto em seu aspecto ideológico, quanto em suas expressões políticas, sociais e culturais.

Liberdade religiosa e Estado laico

O Nós se compromete com a defesa da liberdade individual de crença e de não-crença, respeitando a formação multicultural do povo brasileiro e combatendo a influência de quaisquer religiões dentro do Estado.

Feminismo

A subjugação das mulheres é uma das mais elementares formas de opressão. Por isso, são indispensáveis o enfrentamento ativo das desigualdades de gênero e a busca incessante da eliminação do sexismo. Lutamos pela promoção de políticas voltadas à equidade de representatividade, acesso e oportunidades a todas as mulheres (cis ou transgêneras); bem como pela plena garantia de seus direitos sociais, políticos, econômicos e reprodutivos. Suas vozes e mentes devem ser centrais em qualquer debate público. O corpo da mulher pertence somente a ela e, sobre ele, apenas ela decide.

Combate à LGBTfobia

Compromisso com a garantia de dignidade e promoção de igualdade e direitos civis, políticos e sociais à comunidade LGBTQI (lésbicas, gays, bissexuais, trans, queer, intersexuais). Enfrentamento à patologização e criminalização das múltiplas orientações sexuais e identidades de gênero.

Enfrentamento ao racismo

O combate a uma estrutura de opressão deve ser ativo. O racismo não vai deixar de existir simplesmente porque dizemos que não somos racistas, mas porque enfrentamos ativamente suas formas de reprodução.

Interseccionalidade

O enfrentamento de problemas sociais e históricos deve sempre englobar gênero, raça, classe e demais dimensões que geram exclusão política, econômica e social. É necessário produzir programas e políticas integradas, que enfrentam esses problemas pela raiz, sempre com o objetivo de eliminar as desigualdades.

Comunicação, redes e tecnologias livres

A radicalização da democracia e a ampliação da cidadania no século XXI dependem da democratização dos meios de comunicação e do acesso à produção e veiculação de informações e tecnologias.  

Enfrentamento à violência institucional

Compromisso com a não-utilização do direito penal como primeira resposta a conflitos sociais. Adoção de propostas para a não-militarização da vida cotidiana e priorização de políticas criminais alternativas, como meio de reverter o encarceramento em massa.

Compromisso com a verdade

Não contribuir com o distúrbio informativo e trabalhar ativamente para freá-lo. É inaceitável a divulgação de dados falsos, manchetes enganosas, imagens trucadas e manipuladas, ou vídeos caluniosos. A propagação da desinformação destrói qualquer possibilidade de democracia.

Transparência

Transparência deve ser entendida não apenas em termos financeiros, mas também em suas dimensões política e ideológica. O Nós se compromete com a disponibilização pública e o compartilhamento ativo de dados, conhecimentos, saberes e posições.